Solteirão Bem Casado

abr 30, 2011 by pai coruja

Em tempos de Casamentos Reais entre príncipes e suas princesas, percebi uma coisa: Minha filha, de quase dois anos, adora estar rodeada de gente. Mas também se vira super bem se não tiver ninguém por perto. É impressionante perceber como as crianças sabem brincar sozinhas...Por isso dedico este texto a todos os solteiros, e solteiras, que podem curtir a vida de maneira criativa...

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Não Leia!

abr 18, 2011 by pai coruja

ATENÇÃO! Se você não costuma sentir saudades, vai por mim: procure outro canto e pare de ler isso aqui. Este texto não é pra gente como você! Agora, se seu coração, vez por outra, sente aquela fome estranha satisfeita somente ao rever quem alimenta sua vida com amor, siga em frente comigo...

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Pichadores de Alicerces

fev 1, 2011 by pai coruja

“Atenção! Ñ fiq por aí se explicando de+ ! Seus amigos ñ precisam e os inimigos ñ acreditam”. Ôpa, pára já! Recebo de tudo nos 140 caracteres do Twitter...

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Saída de Emergência

nov 26, 2010 by pai coruja

4:14 AM. E cá estou eu, sonhando em dormir com os olhos bem abertos. Se as minhas pálpebras ardem, a mente viaja: já viu como a coisa mais incrível da paternidade é a capacidade inexplicável de sobrevivermos a limites cada vez mais prolongados? Somos como um elástico prestes a arrebentar, mas sempre conseguindo esticar um pouquinho mais...

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Esquina de Casa

set 23, 2010 by pai coruja

Reflito sobre a volta pra casa. Por que pra mim é algo inspirador e para outros nem sempre? Enquanto a esquina de casa acelera o coração de uns, outros veem o peso nos ombros ganhando toneladas extras, e o que era pra ser a liberdade aliviando a rotina deforma-se em mera obrigação disfarçada no sorriso amarelo. Então, por que a casa de uns vira casebre pra outros?

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Madame Esfolada

set 8, 2010 by pai coruja

Acabo de contar: nos últimos nove minutos minha filha caiu exatamente cinco vezes! Seu corpo biônico exibiu as mais incríveis manobras antes de “se estabacar tontamente” no chão. Ela cai com a rapidez que se levanta, e beija o piso como fiel amante do rodapé. Inexplicável! Temos um trato lá em casa: toda vez que ela se estrebucha no chão fazemos festa como se fosse um salto mortal.

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